EUA usam helicópteros e destroem 6 barcos iranianos no Estreito de Ormuz

EUA usam helicópteros e destroem 6 barcos iranianos no Estreito de Ormuz
EUA usam helicópteros e destroem 6 barcos iranianos no Estreito de Ormuz (X @CENTCOM)

Helicópteros AH-64 Apache do Exército dos Estados Unidos e MH-60 Seahawk da Marinha foram empregados para destruir seis pequenas embarcações iranianas que ameaçavam navios comerciais no Estreito de Ormuz.

A ação ocorreu em meio a uma nova escalada de tensões na região, marcada por ataques iranianos com mísseis de cruzeiro, drones e embarcações leves contra alvos militares e civis. Segundo o Comando Central dos EUA (CENTCOM), nenhuma embarcação americana foi atingida, e todas as ameaças foram neutralizadas.

A ofensiva acontece paralelamente ao início da operação “Project Freedom“, uma iniciativa dos Estados Unidos para garantir a segurança do tráfego marítimo no estreito, uma das rotas comerciais mais estratégicas do mundo. O plano envolve uma ampla estrutura militar, com destróieres, grupos de porta-aviões, aeronaves de combate, plataformas não tripuladas e cerca de 15 mil militares, formando uma espécie de “cúpula defensiva” para proteger tanto forças americanas quanto navios mercantes de diferentes países.

De acordo com o almirante Brad Cooper, comandante do CENTCOM, as forças iranianas, especialmente ligadas ao Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, intensificaram ações agressivas nas últimas horas, lançando múltiplos ataques que foram interceptados pelas defesas americanas. Além disso, autoridades dos EUA afirmam que já estão em contato com empresas de navegação para incentivar a retomada do fluxo pelo Estreito de Ormuz, com sinais iniciais de que o tráfego começa a se restabelecer, apesar dos riscos.

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Especialistas apontam que o uso de helicópteros armados contra pequenas embarcações faz parte de uma estratégia consolidada há décadas pelos EUA para enfrentar esse tipo de ameaça, comum em cenários envolvendo o Irã. Ainda assim, o ambiente permanece altamente volátil, com riscos adicionais como minas navais, mísseis antinavio e drones. O aumento da presença militar americana e as recentes declarações duras de lideranças políticas indicam a possibilidade de novos confrontos, enquanto cresce a preocupação internacional com uma eventual ampliação do conflito na região.

Fonte: The Aviationist / The War Zone | Foto: X @CENTCOM | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial

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